DICAS:
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Regras gerais de segurança para operação e Manutenção das baterias?
• Sempre recarregar as baterias após o uso.
• É recomendado um carregamento em tensão constante: a 25ºC, 2,27 a 2,30 vpc (volts por célula), para utilização em flutuação. Recomenda-se utilizar 2,285 vpc a 25ºC.
• Fazer medições periódicas nas baterias, incluindo relatório de instalação das baterias, regimes de trabalho, condições do ambiente, etc..
• Em temperaturas diferentes de 25ºC, deve-se fazer a compensação da tensão de carga de flutuação, de 2,285 vpc, em função da variação da temperatura:
- temperaturas abaixo de 25ºC - adicionar 0,005 vpc para cada ºC da variação.
- temperaturas acima de 25ºC - subtrair 0,005 vpc para cada ºC da variação.
• Corrente de flutuação: 25% da Capacidade Nominal da bateria.
• Nunca deixar ou armazenar a bateria descarregada.
• Garantir espaçamento mínimo de 10 mm entre as baterias e entre a bateria e a parede do gabinete.
• Nunca permitir que a bateria atinja nível inferior a 2 vpc em armazenamento.
• As baterias armazenadas devem receber carga suplementar a intervalos sugeridos.
Temperatura de armazenamento Intervalos de carga
20ºC ou menos A cada 9 meses
20ºC a 30ºC A cada 6 meses
30ºC a 40ºC A cada 3 meses
• Tensão de corte da bateria: é a tensão até a qual uma bateria pode ser descarregada com segurança sem causar dano à bateria e para maximizar sua vida útil; esse valor é especificado de acordo com a efetiva capacidade e o tempo demandado para descarga. Para uma tensão de corte de 1,75 vpc (volts por célula), a bateria de 12V (seis células ou elementos) tem essa tensão definida por 10,5 V.
• Utilizar apenas pessoal qualificado para a manutenção da bateria.
• Seguir todas as instruções de manutenção do fabricante das baterias e do carregador.
• Estar seguro de que todo circuito de carga/descarga esteja completamente desconectado do sistema de bateria, antes de colocar ou retirar quaisquer conexões.
• Consultar o manual das baterias antes de fazer qualquer mudança das características originais de projeto (tensão, carga, tempo de descarga, etc...) do banco de baterias.
• Utilizar técnicas adequadas de levantamento quando operar com baterias grandes.
• Não levantar baterias pelos terminais. Não aplicar solda nos terminais das baterias.
• Não deixar ferramentas ou cabos desconectados sobre as baterias.
• Não utilizar ferramentas elétricas (Parafusadeiras de impacto, etc...) que possam desenvolver mais que o torque especificado para as conexões.
• Não usar nenhum produto de limpeza (amônia, cândida, etc.) para limpar baterias.
• Não remover as válvulas de segurança, nem adicionar nada às baterias seladas, que são livres de manutenção.
• Não fumar nem utilizar fogo perto de qualquer banco de baterias.
• Não se aproximar de nenhum banco de baterias energizado que mostre sinais de severa sobrecarga ou descarga excessiva (inchaço do monobloco, deformação da cobertura, válvulas de segurança alteradas). Desconectar e isolar o banco de baterias de todo circuito de carga/descarga antes de se aproximar do banco.
• Não neutralizar nenhum dispositivo instalado pela Power Battery ou pelo Fabricante do Carregador, com o objetivo de proteger o banco de baterias. Esses dispositivos compreendem: Fusíveis e interruptores, Disjuntores, Chaves, etc...
Sulfatação:
A palavra “SULFATAÇÃO” pode ser usada de diversas maneiras e merece algum esclarecimento. Em geral, significa a formação ou deposição de sulfato de chumbo na superfície e nos poros do material ativo das placas.
Sulfato de chumbo se forma como uma parte natural do processo de descarga e, nesse sentido, é uma parte necessária do funcionamento da bateria. Esse sulfato tem estrutura finamente cristalina e é facilmente reduzido por uma corrente de carga.
Sulfato de chumbo é também formado como resultado de ação local ou auto descarga das placas. Isso é provocado pela ação da solução ácida nos materiais das placas. O sulfato de chumbo formado como resultado dessa ação é também facilmente reduzido pela corrente de carregamento, a não ser que a bateria esteja mal cuidada.
A terceira e talvez a mais usual utilização da palavra “SULFATAÇÃO” aplica-se aos grandes cristais ou sulfato de chumbo “duro” que pode se formar nas placas, como resultado de uso incorreto ou negligente. A sulfatação excessiva dessa terceira espécie é difícil de se reduzir e pode causar dano permanente às placas. Sulfatação, por esta definição, é o resultado de um processo de envelhecimento sob temperatura prolongada e/ou alta recristalização e é causada pelo seguinte:
1. Deixar baterias sem recarregar por longos períodos após a descarga.
2. Armazenamento contínuo da bateria sob temperaturas excessivas.
3. Prolongados períodos a baixa carga.
4. Longo período sem recargas periódicas (auto-descarga).
5. Permitir descargas da bateria a tensões abaixo da baixa tensão de corte recomendada.
O sulfato de chumbo nessa última forma é difícil e às vezes impossível de reduzir pelos métodos convencionais de carga.
Precauções contra Auto-descarga excessiva:
a) As baterias deverão estar armazenadas em lugar fresco e seco.
b) As baterias não deverão estar armazenadas sob incidência direta de luz solar
c) As baterias não devem estar sujeitas a uma fonte direta de luz solar.
d) Um controle adequado de estoque deverá ser adotado.
e) A tensão das baterias em estoque deve ser checada regularmente.
Cuidados ao manusear a bateria
1. Verifique o modelo correto da Bateria a ser utilizada no veiculo. Uma Bateria subdimensionda ou superdimensionada terá comprometida sua vida útil.
2. Utilize equipamentos de proteção individual adequados para o manuseio da Bateria - como óculos de proteção e luvas.
3. Ao instalar e desinstalar a Bateria conecte e desconecte primeiramente o cabo negativo, evitando faíscas desnecessárias.
Procedimento de Recarga de Baterias Automotivas
As Baterias ACDelco aceitam muito bem a carga rápida, porém o sistema ideal de recarga deve ser lento, com até 20% da capacidade nominal da Bateria. Assim, a Bateria não se aquecerá e a emanação de gases será menor.
Não recarregue a Bateria se o indicador de teste (charge eye) estiver amarelo ou claro, ou caso o eletrólito esteja abaixo do nível mínimo recomendado na versão White. Essa Bateria provavelmente sofreu sobrecarga ou superaquecimento e deverá ser substituída (verifique o sistema de carga do veículo).
Durante a recarga observe os respiros quanto à ocorrência de emanação de gases ou vazamento de eletrólito. Observe também o aumento da temperatura (não deve ultrapassar 52°C). Caso qualquer uma dessas condições seja observada, reduza a corrente utilizada ou interrompa temporariamente o processo para a estabilização da temperatura. Se os fatores persistirem substitua a Bateria, pois pode haver curto-circuito interno ocasionando superaquecimento.
Não permita que a tensão durante a carga ultrapasse 16V.
Em intervalos regulares (1 hora ou menos) movimente ou incline a Bateria para homogeneizar o eletrólito.
Recarregue a Bateria à temperatura ambiente.
Certifique-se de que os pólos, terminais, cabos e conexões estejam em boas condições, assegurando-se do bom contato elétrico das ligações.
O tempo de recarga varia dependendo do tempo de uso, condições e estado de carga da Bateria. Acompanhe o processo de recarga atentamente.
Baterias abaixo de 11V levam algum tempo para reagir e mostrar que estão aceitando carga.
Quando o indicador de teste tornar verde e permanecer assim, a Bateria estará pronta para ser testada
• Sempre recarregar as baterias após o uso.
• É recomendado um carregamento em tensão constante: a 25ºC, 2,27 a 2,30 vpc (volts por célula), para utilização em flutuação. Recomenda-se utilizar 2,285 vpc a 25ºC.
• Fazer medições periódicas nas baterias, incluindo relatório de instalação das baterias, regimes de trabalho, condições do ambiente, etc..
• Em temperaturas diferentes de 25ºC, deve-se fazer a compensação da tensão de carga de flutuação, de 2,285 vpc, em função da variação da temperatura:
- temperaturas abaixo de 25ºC - adicionar 0,005 vpc para cada ºC da variação.
- temperaturas acima de 25ºC - subtrair 0,005 vpc para cada ºC da variação.
• Corrente de flutuação: 25% da Capacidade Nominal da bateria.
• Nunca deixar ou armazenar a bateria descarregada.
• Garantir espaçamento mínimo de 10 mm entre as baterias e entre a bateria e a parede do gabinete.
• Nunca permitir que a bateria atinja nível inferior a 2 vpc em armazenamento.
• As baterias armazenadas devem receber carga suplementar a intervalos sugeridos.
Temperatura de armazenamento Intervalos de carga
20ºC ou menos A cada 9 meses
20ºC a 30ºC A cada 6 meses
30ºC a 40ºC A cada 3 meses
• Tensão de corte da bateria: é a tensão até a qual uma bateria pode ser descarregada com segurança sem causar dano à bateria e para maximizar sua vida útil; esse valor é especificado de acordo com a efetiva capacidade e o tempo demandado para descarga. Para uma tensão de corte de 1,75 vpc (volts por célula), a bateria de 12V (seis células ou elementos) tem essa tensão definida por 10,5 V.
• Utilizar apenas pessoal qualificado para a manutenção da bateria.
• Seguir todas as instruções de manutenção do fabricante das baterias e do carregador.
• Estar seguro de que todo circuito de carga/descarga esteja completamente desconectado do sistema de bateria, antes de colocar ou retirar quaisquer conexões.
• Consultar o manual das baterias antes de fazer qualquer mudança das características originais de projeto (tensão, carga, tempo de descarga, etc...) do banco de baterias.
• Utilizar técnicas adequadas de levantamento quando operar com baterias grandes.
• Não levantar baterias pelos terminais. Não aplicar solda nos terminais das baterias.
• Não deixar ferramentas ou cabos desconectados sobre as baterias.
• Não utilizar ferramentas elétricas (Parafusadeiras de impacto, etc...) que possam desenvolver mais que o torque especificado para as conexões.
• Não usar nenhum produto de limpeza (amônia, cândida, etc.) para limpar baterias.
• Não remover as válvulas de segurança, nem adicionar nada às baterias seladas, que são livres de manutenção.
• Não fumar nem utilizar fogo perto de qualquer banco de baterias.
• Não se aproximar de nenhum banco de baterias energizado que mostre sinais de severa sobrecarga ou descarga excessiva (inchaço do monobloco, deformação da cobertura, válvulas de segurança alteradas). Desconectar e isolar o banco de baterias de todo circuito de carga/descarga antes de se aproximar do banco.
• Não neutralizar nenhum dispositivo instalado pela Power Battery ou pelo Fabricante do Carregador, com o objetivo de proteger o banco de baterias. Esses dispositivos compreendem: Fusíveis e interruptores, Disjuntores, Chaves, etc...
Sulfatação:
A palavra “SULFATAÇÃO” pode ser usada de diversas maneiras e merece algum esclarecimento. Em geral, significa a formação ou deposição de sulfato de chumbo na superfície e nos poros do material ativo das placas.
Sulfato de chumbo se forma como uma parte natural do processo de descarga e, nesse sentido, é uma parte necessária do funcionamento da bateria. Esse sulfato tem estrutura finamente cristalina e é facilmente reduzido por uma corrente de carga.
Sulfato de chumbo é também formado como resultado de ação local ou auto descarga das placas. Isso é provocado pela ação da solução ácida nos materiais das placas. O sulfato de chumbo formado como resultado dessa ação é também facilmente reduzido pela corrente de carregamento, a não ser que a bateria esteja mal cuidada.
A terceira e talvez a mais usual utilização da palavra “SULFATAÇÃO” aplica-se aos grandes cristais ou sulfato de chumbo “duro” que pode se formar nas placas, como resultado de uso incorreto ou negligente. A sulfatação excessiva dessa terceira espécie é difícil de se reduzir e pode causar dano permanente às placas. Sulfatação, por esta definição, é o resultado de um processo de envelhecimento sob temperatura prolongada e/ou alta recristalização e é causada pelo seguinte:
1. Deixar baterias sem recarregar por longos períodos após a descarga.
2. Armazenamento contínuo da bateria sob temperaturas excessivas.
3. Prolongados períodos a baixa carga.
4. Longo período sem recargas periódicas (auto-descarga).
5. Permitir descargas da bateria a tensões abaixo da baixa tensão de corte recomendada.
O sulfato de chumbo nessa última forma é difícil e às vezes impossível de reduzir pelos métodos convencionais de carga.
Precauções contra Auto-descarga excessiva:
a) As baterias deverão estar armazenadas em lugar fresco e seco.
b) As baterias não deverão estar armazenadas sob incidência direta de luz solar
c) As baterias não devem estar sujeitas a uma fonte direta de luz solar.
d) Um controle adequado de estoque deverá ser adotado.
e) A tensão das baterias em estoque deve ser checada regularmente.
Cuidados ao manusear a bateria
1. Verifique o modelo correto da Bateria a ser utilizada no veiculo. Uma Bateria subdimensionda ou superdimensionada terá comprometida sua vida útil.
2. Utilize equipamentos de proteção individual adequados para o manuseio da Bateria - como óculos de proteção e luvas.
3. Ao instalar e desinstalar a Bateria conecte e desconecte primeiramente o cabo negativo, evitando faíscas desnecessárias.
Procedimento de Recarga de Baterias Automotivas
As Baterias ACDelco aceitam muito bem a carga rápida, porém o sistema ideal de recarga deve ser lento, com até 20% da capacidade nominal da Bateria. Assim, a Bateria não se aquecerá e a emanação de gases será menor.
Não recarregue a Bateria se o indicador de teste (charge eye) estiver amarelo ou claro, ou caso o eletrólito esteja abaixo do nível mínimo recomendado na versão White. Essa Bateria provavelmente sofreu sobrecarga ou superaquecimento e deverá ser substituída (verifique o sistema de carga do veículo).
Durante a recarga observe os respiros quanto à ocorrência de emanação de gases ou vazamento de eletrólito. Observe também o aumento da temperatura (não deve ultrapassar 52°C). Caso qualquer uma dessas condições seja observada, reduza a corrente utilizada ou interrompa temporariamente o processo para a estabilização da temperatura. Se os fatores persistirem substitua a Bateria, pois pode haver curto-circuito interno ocasionando superaquecimento.
Não permita que a tensão durante a carga ultrapasse 16V.
Em intervalos regulares (1 hora ou menos) movimente ou incline a Bateria para homogeneizar o eletrólito.
Recarregue a Bateria à temperatura ambiente.
Certifique-se de que os pólos, terminais, cabos e conexões estejam em boas condições, assegurando-se do bom contato elétrico das ligações.
O tempo de recarga varia dependendo do tempo de uso, condições e estado de carga da Bateria. Acompanhe o processo de recarga atentamente.
Baterias abaixo de 11V levam algum tempo para reagir e mostrar que estão aceitando carga.
Quando o indicador de teste tornar verde e permanecer assim, a Bateria estará pronta para ser testada
Qual é a função da Bateria?
A bateria tem diversas funções. A principal e fornecer energia elétrica ao motor de partida e ao sistema de ignição.
Outras funções são:
- Fornecer energia aos acessórios elétricos quando o motor não esta em funcionamento;
- Fornecer energia quando a demanda elétrica do veículo exceder a capacidade do alternador;
- Agir como estabilizador de tensão do sistema elétrico.
Cuidados ao manusear a bateria
- Primeiramente, desconecte o cabo negativo;
- Não bata as baterias nem as incline mais do que 45o;
- Remova a corrosão dos terminais, bandeja, retentores e suportes, antes de instalar a bateria.
- Instale a bateria nivelada e fixe as conexões de forma que fiquem bem apertadas;
- Sempre conecte o cabo negativo por último.
Partida com bateria auxiliar (Chupeta)
Importante: Certifique-se de que:
- A bateria auxiliar esteja carregada;
- Os veículos não se toquem e as ignições estejam desligadas.
Conexões:
- Conecte o cabo auxiliar positivo ao terminal do pólo positivo da bateria descarregada (ponto 1 -veja ilustração);
- Conecte a outra extremidade do mesmo cabo ao pólo positivo da bateria auxiliar (ponto 2).
Atenção! - Positivo com Positivo;
- Conecte o cabo auxiliar negativo ao pólo negativo da bateria auxiliar (ponto 3);
- Faca a conexão final no bloco do motor do veículo que esta com a bateria descarregada.
Essa conexão deve ser feita em um ponto não muito próximo da bateria (ponto 4).
Atenção - Negativo com bloco do motor;
- Afaste-se;
- Acione a partida do veículo;
Após o funcionamento do motor, remova os cabos na seqüência inversa a conexão.

Chupeta requer atenção
Para uma bateria arriada, a solução é fazer uma "chupeta" - transferência de carga de uma bateria para outra. Fazer o carro pegar no tranco poderá danificar o sistema de injeção veículo. Apesar de bastante conhecida, a "chupeta" exige sérios cuidados.Uma ligação invertida poderá gerar curto ou faíscas, com riscos de explosão da bateria. Para ficar livre de acidentes, o aconselhado é obedecer algumas etapas de trabalho.
1. Ligar o cabo auxiliar positivo (vermelho) ao terminal do pólo positivo da bateria descarregada e a outra extremidade do mesmo cabo deve ser conectada ao pólo positivo da bateria auxiliar. Positivo com positivo. A tensão de carga nunca deve ultrapassar12 volts.
2. Conectar o cabo auxiliar negativo (preto) ao pólo negativo da bateria.
Esta conexão deve ser feita em um ponto da lataria não muito próximo à bateria, para evitar curto.
Por último, acionar a partida do veículo com a bateria descarregada. Após o funcionamento do motor, remover os cabos na seqüência inversa à da conexão.
Falha na partida
Quando uma bateria aprovada no teste ainda falhar em serviço, verifique:
- Acessórios deixados ligados com o motor desligado.
- Correia do alternador solta, alta resistência elétrica na fiação e conexões, alternador / regulador de voltagem com defeito.
- Instalação adicional de acessórios que excedem a capacidade do alternador.
- Curtos-circuitos ou falhas do sistema elétrico.
- Recarga insuficiente da bateria que havia falhado anteriormente por falta de carga.
- Falha de conexões dos cabos da bateria, apresentando alta resistência elétrica ou do motor de partida.
- Longo período sem uso do veículo sem desconectar a bateria.
- Motor de partida travado.
Nota:
- Bateria descarregada não é bateria defeituosa. É um sintoma de problema elétrico do veículo.
Um diagnostico completo inclui a verificação do sistema de carga do veículo e a procura de fuga
de corrente em adição a recarga e teste da bateria.
- Como referência, a corrente de fuga de ate 30 miliamperes e considerada normal. Alguns veículos possuem timer para desligar todos os acessórios, o que deve ser observado ao analisar o veículo. Assegurar que todos os acessórios estejam desligados ao medir a corrente de fuga.
Veículos estacionados por longo período
- Desconecte o cabo negativo da bateria, se o veículo for ficar parado por mais de 20 dias, especialmente se a corrente de fuga for elevada em relação à referência.
- Caso não seja desconectado o cabo negativo, inspecionar periodicamente o indicador de teste e recarregar a bateria conforme o necessário, utilizando os procedimentos adequados.
Cuidados prolongam o desempenho
A manutenção preventiva do motor de arranque, do carburador ou dos bicos injetores, componentes que facilitam a partida rápida no veículo, pode igualmente prolongar o desempenho da peça. Partidas que levam mais de cinco segundos forçam a bateria e ocasionam desgastes.
Outra dica diz respeito ao modo do motorista utilizar o veículo diariamente. O indicado é não dar a partida no carro com o rádio e lanternas ligadas para não forçar a bateria. Além disso, não é aconselhado manter funcionando o rádio e as luzes com o veículo parado, nem deixar suas portas abertas.
Quando o automóvel for ficar muito tempo parado, o ideal é soltar apenas o cabo negativo da bateria, para evitar que ela descarregue. Na troca da bateria, checar se o veículo possui computador de bordo ou qualquer outra programação codificada. Em caso afirmativo, na substituição do componente utilize uma bateria auxiliar, para não deixar o veículo sem energia.
Recarga compromete?
A bateria tem durabilidade estimada de três anos de uso ou 50 mil km. No entanto, o descarregar e o carregar a bateria altera drasticamente a sua vida útil. As operações contínuas terminam deteriorando as placas (positiva e negativa) internas da bateria, que deixam de funcionar a contento.
A reação química entre o eletrólito (liquido composto de ácido e água existente no Interior da bateria) e as placas faz com que pequenas partículas das placas soltem. A ocorrência acaba por reduzir a quantidade de material disponível para as próximas solicitações do componente. Para preservar a peça, o técnico explica que a bateria suporta até 200 operações de recarga e descarga. Agora, se ela descarregar apenas 50%, por exemplo, e for recarregada em seguida, passará a suportar três vezes mais, ou seja, umas 600 recargas.
As baterias seladas possuem placas de chumbo, cálcio e potássio, além de uma tampa especial com labirintos internos, que possibilita a condensação e retomo da água para dentro da bateria, além de respiro, por onde é liberado o gás. Elas não exigem manutenção.
Já nas convencionais, as placas são formadas de chumbo e antimônio, o que provoca a perda de água por dissociação química e evaporação.
A reposição constante de água destilada é necessária, para não alterar a concentração interna do produto químico. No caso ainda de recarga, o técnico adverte que uma carga rápida por intermédio de aparelhos exige cautela. Se o aparelho não tiver um dispositivo automático, a bateria poderá receber excesso de carga, esquentar e deteriorar as placas internas devido à corrosão do ácido.
Outras funções são:
- Fornecer energia aos acessórios elétricos quando o motor não esta em funcionamento;
- Fornecer energia quando a demanda elétrica do veículo exceder a capacidade do alternador;
- Agir como estabilizador de tensão do sistema elétrico.
Cuidados ao manusear a bateria
- Primeiramente, desconecte o cabo negativo;
- Não bata as baterias nem as incline mais do que 45o;
- Remova a corrosão dos terminais, bandeja, retentores e suportes, antes de instalar a bateria.
- Instale a bateria nivelada e fixe as conexões de forma que fiquem bem apertadas;
- Sempre conecte o cabo negativo por último.
Partida com bateria auxiliar (Chupeta)
Importante: Certifique-se de que:
- A bateria auxiliar esteja carregada;
- Os veículos não se toquem e as ignições estejam desligadas.
Conexões:
- Conecte o cabo auxiliar positivo ao terminal do pólo positivo da bateria descarregada (ponto 1 -veja ilustração);
- Conecte a outra extremidade do mesmo cabo ao pólo positivo da bateria auxiliar (ponto 2).
Atenção! - Positivo com Positivo;
- Conecte o cabo auxiliar negativo ao pólo negativo da bateria auxiliar (ponto 3);
- Faca a conexão final no bloco do motor do veículo que esta com a bateria descarregada.
Essa conexão deve ser feita em um ponto não muito próximo da bateria (ponto 4).
Atenção - Negativo com bloco do motor;
- Afaste-se;
- Acione a partida do veículo;
Após o funcionamento do motor, remova os cabos na seqüência inversa a conexão.

Chupeta requer atenção
Para uma bateria arriada, a solução é fazer uma "chupeta" - transferência de carga de uma bateria para outra. Fazer o carro pegar no tranco poderá danificar o sistema de injeção veículo. Apesar de bastante conhecida, a "chupeta" exige sérios cuidados.Uma ligação invertida poderá gerar curto ou faíscas, com riscos de explosão da bateria. Para ficar livre de acidentes, o aconselhado é obedecer algumas etapas de trabalho.
1. Ligar o cabo auxiliar positivo (vermelho) ao terminal do pólo positivo da bateria descarregada e a outra extremidade do mesmo cabo deve ser conectada ao pólo positivo da bateria auxiliar. Positivo com positivo. A tensão de carga nunca deve ultrapassar12 volts.
2. Conectar o cabo auxiliar negativo (preto) ao pólo negativo da bateria.
Esta conexão deve ser feita em um ponto da lataria não muito próximo à bateria, para evitar curto.
Por último, acionar a partida do veículo com a bateria descarregada. Após o funcionamento do motor, remover os cabos na seqüência inversa à da conexão.
Falha na partida
Quando uma bateria aprovada no teste ainda falhar em serviço, verifique:
- Acessórios deixados ligados com o motor desligado.
- Correia do alternador solta, alta resistência elétrica na fiação e conexões, alternador / regulador de voltagem com defeito.
- Instalação adicional de acessórios que excedem a capacidade do alternador.
- Curtos-circuitos ou falhas do sistema elétrico.
- Recarga insuficiente da bateria que havia falhado anteriormente por falta de carga.
- Falha de conexões dos cabos da bateria, apresentando alta resistência elétrica ou do motor de partida.
- Longo período sem uso do veículo sem desconectar a bateria.
- Motor de partida travado.
Nota:
- Bateria descarregada não é bateria defeituosa. É um sintoma de problema elétrico do veículo.
Um diagnostico completo inclui a verificação do sistema de carga do veículo e a procura de fuga
de corrente em adição a recarga e teste da bateria.
- Como referência, a corrente de fuga de ate 30 miliamperes e considerada normal. Alguns veículos possuem timer para desligar todos os acessórios, o que deve ser observado ao analisar o veículo. Assegurar que todos os acessórios estejam desligados ao medir a corrente de fuga.
Veículos estacionados por longo período
- Desconecte o cabo negativo da bateria, se o veículo for ficar parado por mais de 20 dias, especialmente se a corrente de fuga for elevada em relação à referência.
- Caso não seja desconectado o cabo negativo, inspecionar periodicamente o indicador de teste e recarregar a bateria conforme o necessário, utilizando os procedimentos adequados.
Cuidados prolongam o desempenho
A manutenção preventiva do motor de arranque, do carburador ou dos bicos injetores, componentes que facilitam a partida rápida no veículo, pode igualmente prolongar o desempenho da peça. Partidas que levam mais de cinco segundos forçam a bateria e ocasionam desgastes.
Outra dica diz respeito ao modo do motorista utilizar o veículo diariamente. O indicado é não dar a partida no carro com o rádio e lanternas ligadas para não forçar a bateria. Além disso, não é aconselhado manter funcionando o rádio e as luzes com o veículo parado, nem deixar suas portas abertas.
Quando o automóvel for ficar muito tempo parado, o ideal é soltar apenas o cabo negativo da bateria, para evitar que ela descarregue. Na troca da bateria, checar se o veículo possui computador de bordo ou qualquer outra programação codificada. Em caso afirmativo, na substituição do componente utilize uma bateria auxiliar, para não deixar o veículo sem energia.
Recarga compromete?
A bateria tem durabilidade estimada de três anos de uso ou 50 mil km. No entanto, o descarregar e o carregar a bateria altera drasticamente a sua vida útil. As operações contínuas terminam deteriorando as placas (positiva e negativa) internas da bateria, que deixam de funcionar a contento.
A reação química entre o eletrólito (liquido composto de ácido e água existente no Interior da bateria) e as placas faz com que pequenas partículas das placas soltem. A ocorrência acaba por reduzir a quantidade de material disponível para as próximas solicitações do componente. Para preservar a peça, o técnico explica que a bateria suporta até 200 operações de recarga e descarga. Agora, se ela descarregar apenas 50%, por exemplo, e for recarregada em seguida, passará a suportar três vezes mais, ou seja, umas 600 recargas.
As baterias seladas possuem placas de chumbo, cálcio e potássio, além de uma tampa especial com labirintos internos, que possibilita a condensação e retomo da água para dentro da bateria, além de respiro, por onde é liberado o gás. Elas não exigem manutenção.
Já nas convencionais, as placas são formadas de chumbo e antimônio, o que provoca a perda de água por dissociação química e evaporação.
A reposição constante de água destilada é necessária, para não alterar a concentração interna do produto químico. No caso ainda de recarga, o técnico adverte que uma carga rápida por intermédio de aparelhos exige cautela. Se o aparelho não tiver um dispositivo automático, a bateria poderá receber excesso de carga, esquentar e deteriorar as placas internas devido à corrosão do ácido.

